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Situada no grupo central do Arquipélago dos Açores, a 8.3 km da ilha do Pico, com 21 km de comprimento e 14 Km de largura. Faz da ilha do Faial um ponto central do Arquipélago, dela se pode ver as restantes ilhas do grupo.
Nalgumas cartas chegou a ser designado por “Insula de Ventura”. A sua descoberta terá sido na primeira metade do séc. XV, por navegadores portugueses, sendo o seu povoamento, feito mais tarde. Segundo a lenda foi feita inicialmente por um eremita que nela se refugiou do mundo.
Mais tarde, Josse Van Huerter, chamado pelos boatos da existência de grandes filões de estanho e de prata, desembarca na ilha, em que acaba por ficar, entusiasmado com a ilha e com a sua fertilidade.
Com o passar dos anos acaba por trazer para a ilha muitos colonos, flagelados pela Guerra dos Cem Anos, estes, fixam-se na freguesia dos flamengos, que actualmente ainda existe para recordo no seu nome os primeiros povoadores.
A ilha, cresce com a agricultura e a exportação da planta tintureira pastel.
Faial, desde sempre que foi açulada por desgraças, e em 1583 é conquistada pelos Espanhóis, seguindo-se os corsários ingleses, que causam grandes danos, bem como o sismo de 1676, que provocou importantes destruições em toda a ilha.
Já no séc. XIX o Faial participou activamente nas lutas que opuseram os liberais aos absolutistas, vindo a receber mais tarde a visita do rei D. Pedro IV, pela sua louvável valentia e coragem na luta contra os absolutistas, bem como pelos valorosos combatentes que veriam a desembarcar no Mindelo.
A sua posição no Atlântico Norte e a existência de um excelente porto, abrigado das fortes marés que rondam a ilha, fez com que navios do comércio e baleeiros americanos aqui viessem reabastecer-se, tomando a ilha num ponto de economia baseada na agricultura, pecuária, lacticínios, pesca e comercio.

Festividades Faial, ilha das festas, do convivido aliado a boa disposição e alegria, aqui se realiza a Semana do Mar, onde ao longo de uma semana vários grupos musicais vindos do continente e de outros ilhas, filarmónicas, grupos folclóricos e etnográficos, actuam numa manifestação de cultura e espectáculo. Realizam-se ainda diversas provas desportivas de várias modalidades, bem como exposições.
As Festas da Nossa Senhora das Angústias, realizam-se todos os anos, sendo considerada a maior festa religiosa, sendo o seu inicio datado da época do povoamento, cuja primitiva Ermida em honra da Nossa Senhora das Angústias foi mandada construir por D. Brites de Macedo, que coloca na mesma a imagem da padroeira trazida da Flandres.
Em contra partida, as Festas de São João, são realizados a 24 de Junho e é totalmente dedicada ao seu padroeiro São João. A origem destas festas data da colonização da ilha Terceira, feita por fidalgos.
Aqui também, e à semelhança com as restantes ilhas, também se comemoram as festas em louvor ao Espírito Santo, embora diferentes em alguns pormenores, até mesmo dentro da mesma ilha, existem sempre semelhanças que caracterizam estas festas religiosas como as mais tradicionais e únicas festividades aqui realizadas nos Açores.

Para Ver Marina da Horta: Localizada na bela cidade da Horta, é um ponto de referência para todos os que aqui chegam. Aqui, encontram-se iatistas de todo o mundo, que cruzam o Atlântico em busca de aventura e onde, deixam as suas pinturas nas paredes e chão da Marina, testemunhos da sua passagem. Isto porque segundo as lendas, quem aqui não deixar a sua marca não chegará ao seu destino.
Monte da Guia: Miradouro com belo panorama para a cidade da Horta, a praia do Porto Pim e costa até à Ponta de Castelo Branco e a ilha do Pico. Esta zona é considerada paisagem protegida, devido ás suas belas paisagem e pela fauna única nesta região.
Espalamaca: É outro dos miradouros com vista para a cidade da Horta, além da cidade, porto e Marina, daqui também se pode admirar as ilhas do Pico e S. Jorge.
Caldeira: Cratera com cerca de 400 metros de profundidade e 2 Km de largura, é um local de visita obrigatória. Encontra-se no seu fundo uma bela lagoa rodeada por hortênsias azuis, faias, zimbros, fetos, etc. É classificada como reserva natural.
Museu da Horta: Localizado na cidade da Horta, reúne uma vasta colecção de trabalhos em miolo de figueira dos mais conceituados artesões da ilha. Expressão artesanal, característica desta ilha referenciado como local de visita obrigatória para um interessante roteiro cultural.

Guia Turístico Faial, dotado de vistas espectaculares, donde se pode observar do pico vulcânico do Monte da Guia, da grande cratera da Caldeira do Cabeço Gordo ou da peculiar paisagem em redor do vulcão dos Capelinhos, originada pela recente erupção que deu origem uma nova ilha; paisagens únicas, ponto de passagem obrigatório.
Aqui o tempo passa suave nas ondas do mar, fazendo-nos mergulhar na tranquilidade e harmonia das cores que enriquecem a ilha. O verde é um permanente convite a passeios por paisagens únicas, em particular á Caldeira, com vistas fantásticas que daí obtém para a Caldeira e paras as hortênsias que cobrem toda a paisagem. O Azul é convite para o cristalino e límpido mar que recorta a costa da ilha do Faial, as suas águas são ricas em peixes coloridos, espadins azuis e brancos, atuns, os quais oferecem a oportunidade de lutas vigorosas.
Ponto de passagem, para todos os que atravessem o atlântico, aqui chegam iatistas de tudo o mundo para desfrutar das belas e únicas paisagens do Faial, bem como do convívio dos seus habitantes.

 

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